Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Região promove seminário de enfrentamento ao feminicídio em Niterói

Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Região promove seminário de enfrentamento ao feminicídio em Niterói

O Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Região promove, no próximo sábado (22/08), o seminário “Todos Contra o Feminicídio”, ação voltada à conscientização, prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher. O encontro será realizado das 10h às 13h, no Sintronac Niterói, na Rua Marechal Deodoro, nº 74.

A iniciativa reúne representantes de diferentes áreas para ampliar o debate sobre proteção, acolhimento, informação e enfrentamento às diversas formas de violência de gênero. A programação contará com palestras de Maura Miranda, secretária de Assuntos das Mulheres da Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV); Ester Di Risio, psicanalista; Dra. Clarissa Costa, advogada; Marcela da Glória, especialista em Oratória e PNL; Thaiana Ivia, da Secretaria da Mulher de Niterói; e Bianca Areias, Miss Brasil e designer de interiores.

De acordo com o presidente em exercício do Sindicato dos Vigilantes, Paulo Henrique de Jesus, o seminário reforça o compromisso da entidade com pautas sociais que atravessam a vida da categoria e da sociedade. “Esse seminário é uma contribuição do Sindicato dos Vigilantes para ampliar o diálogo e reforçar que nenhuma mulher deve enfrentar a violência sozinha”, afirmou.

“O combate ao feminicídio não é uma responsabilidade apenas das mulheres. É um dever coletivo, que exige informação, acolhimento, denúncia e participação de toda a sociedade. O sindicato entende que também tem papel nesse processo, porque defender a vida e a dignidade das mulheres é defender justiça social”, completou o presidente em exercício.

O evento também busca fortalecer a rede de informação e orientar a população sobre os canais de denúncia. Importante frisar que, em casos de violência contra a mulher, o telefone 180 funciona como serviço nacional de orientação e denúncia.

O seminário é realizado com apoio da CNTV e da Federação Interestadual dos Trabalhadores Vigilantes. “Quando promovemos um debate como esse, estamos ajudando a romper o silêncio que muitas vezes cerca a violência contra a mulher. O feminicídio é o ponto mais extremo de uma sequência de agressões, ameaças e violações. Por isso, falar sobre prevenção é fundamental”, concluiu Paulo Henrique.