Em menos de três horas, Polícias Civis da DHNSG prende suspeitos de matar policial em Niterói: Entre os presos, dois são policiais militares; crime teria sido premeditado

Em menos de três horas, Polícias Civis da DHNSG prende suspeitos de matar policial em Niterói: Entre os presos, dois são policiais militares; crime teria sido premeditado
Redação: Factho Jornalismo | Foto: Factho Jornalismo

Em uma ação rápida e precisa, a Polícia Civil prendeu, em menos de três horas, os três suspeitos de envolvimento na morte do policial civil Carlos José Queiroz Viana, assassinado na manhã desta segunda-feira (6) trocando o lixo da casa Piratininga, na Região Oceânica de Niterói.

A operação foi conduzida por agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), com apoio do CISP e das polícias Militar e Civil. Os suspeitos foram localizados em Xerém, no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Segundo as investigações, dois dos presos são policiais militares da ativa — um lotado no 15º BPM (Duque de Caxias) e outro no 3º BPM (Méier). O terceiro detido não pertence à corporação. Com o trio, foram apreendidas armas de calibre compatível com as utilizadas no crime e um veículo roubado. O carro usado na execução havia sido encontrado incendiado em Caxias.

De acordo com o delegado Willians Batista, titular da DHNSG, o crime foi premeditado e cuidadosamente planejado. Há ainda informações em apuração de que os suspeitos teriam ligação com o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, o “Adilsinho”, conhecido por atuar em jogos ilegais e contrabando de cigarros na região de Duque de Caxias.

Os presos foram levados para a sede da Delegacia de Homicídios, onde permanecem à disposição da Justiça.

O prefeito de Niterói destacou a rápida resposta das forças de segurança, elogiando a integração e eficiência no trabalho que levou à prisão dos acusados. As investigações continuam para confirmar as ligações com o grupo de Adilsinho e esclarecer a motivação do assassinato.