Coronel Aristheu, ex-comandante do BOPE, assume cargo estratégico na PM
A nomeação do ex-comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), coronel Aristheu de Góes Lopes, foi oficializada no Diário Oficial do Estado da última sexta-feira, 5 de setembro. O ato foi assinado pelo secretário de Polícia Militar.
De acordo com a publicação, Aristheu passa a ocupar o cargo em comissão de superintendente da Superintendência de Gestão Integrada (SUPGI), vinculada à Subsecretaria de Comando e Controle da PM. A função estava vaga desde agosto e agora volta a ser preenchida oficialmente.
Em nota, a Polícia Militar afirmou que a escolha foi feita com base em “critérios técnicos e estratégias definidas pelo comando”.
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Trajetória do coronel Aristheu
• Comandante do 7º BPM — São Gonçalo
Atuou em uma das unidades mais desafiadoras da Região Metropolitana, com forte enfrentamento ao crime organizado e proximidade com a população local.
• Comandante do 12º BPM — Niterói
Liderou o batalhão responsável pela segurança em Niterói, sendo frequentemente citado pela imprensa como porta-voz de operações e números de redução da criminalidade. Durante sua gestão, esteve presente em eventos oficiais e foi reconhecido pela integração com autoridades municipais, como o vice-prefeito e representantes da sociedade civil.
• Comandante do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais)
Assumiu o comando de uma das unidades mais emblemáticas da PMERJ, responsável por operações de alta complexidade em todo o estado. Sua chegada ao BOPE em 2024 foi destacada por veículos especializados em segurança pública.
• Outros comandos em São Gonçalo
Há registros de que, ainda como tenente-coronel, Aristheu assumiu unidade operacional no município em 2021, consolidando experiência de gestão em áreas conflagradas.
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Reconhecimento e estilo de comando
• Liderança em unidades estratégicas – Aristheu esteve à frente de batalhões considerados fundamentais para a segurança da Região Metropolitana, recebendo missões de alta complexidade.
• Foco em resultados locais – Em Niterói, São Gonçalo e Maricá, adotou postura comunicativa com a sociedade, sendo frequentemente chamado de “xerife” em reportagens locais.
• Integração institucional – Participou de solenidades e articulações com autoridades políticas e comunitárias, reforçando a aproximação entre a corporação e a população.

